1.Varasani, Índia

2.Samburu, Quénia

3.Paucartambo, Peru

4.Vilnacota, Peru

5.Alaska

6.Madrid, Espanha

7.Alaska

8.Salvador, Brasil

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Desde peruanos envoltos em roupa cor de cereja extravagante e saias de ouro ao povo Samburu do Quénia, com mantos carmesim e colares de contas, o mundo não tem falta de indumentárias elegantes. Uma pessoa que sabe onde encontrar estes vestuários elegantes e extravagantes é Anne Menke, uma fotógrafa da Vogue que percorreu o mundo em 2012 à procura dos cidadãos mais elegantes.
O projeto, onde fotografava modelos profissionais com os trajes típicos dos mais variados povos do mundo, permitiu a Menke observar a diversidade na forma de trajar nos mais variados pontos do mundo. Um dos resultados do projecto foi a sua edição em livro – See The World Beautiful. O livro foi também publicado em 2012, mas a fotógrafa lançou mais tarde uma reedição onde incorporou mais fotos que da primeira vez não tinham sido publicadas.
E como o trabalho de Menke revela não há falta de estilo no mundo, quer seja na natureza nevosa do Alasca ou na remota savana do Quénia. “Entre as sessões fotográficas para a Vogue, Condé Nast Traveler e outras revistas tive a sorte de vislumbrar a beleza das culturas indígenas – as diferenças, a iconografia, a arquitetura e os modos de vestir, cada um com a sua maneira tradicional”, indica a fotógrafa.

A empresa ArborCo, sediada na cidade de Melbourne, a sul da Austrália, que se especializa no tratamento e transplantação de árvores, criou recentemente um engenho que recoloca árvores sem as matar.
Em associação com a VicRoads – empresa do estado australiano de Victoria que planeia, desenvolve e administra a rede de estradas -, a ArborCo começou a transplantar árvores como parte de obras entre duas estradas em Berwick, um subúrbio da cidade de Melbourne.
Para tal, a ArborCo utiliza um camião com equipamento especial para cavar e retirar árvores sem danificar as suas raízes, para depois as transportar de forma segura para o seu novo local. De forma rápida e eficaz, e sem agredir o ambiente, tudo fica resolvido.
Este tipo de maquinaria é capaz de evitar o corte de muitas árvores, que muitas vezes acabam por ser derrubadas para a realização de obras devido à impossibilidade de serem transportadas para novos locais.
O transplante de árvores é realizado quando as árvores maduras crescem e ficam inadequadas no local em que estão. A ArborCo transplanta as árvores de todas as idades e tamanhos, podendo também adquirir árvores maduras para novas funcionalidades ou paisagismo.
A equipa da ArborCo realiza todos os aspectos das operações de transplante de árvores maduras, o que requer conhecimento especializado em arboricultura, bem como experiência, habilidade e equipamentos que poucas pessoas possuem.

Se sofre de misofobia ou simplesmente não gosta de contactar com superfícies tocadas por centenas de pessoas mas, ainda assim, tem de utilizar os transportes públicos, já existe uma alternativa mais discreta às soluções desinfetantes extremas.
Chama-se Germinator e é um casaco que protege todo o tronco, zona facial e mãos e pode ser utilizado em todos os transportes públicos e estações. A peça é feita de um material respirável, resistente à água e possuiu um colarinho alto de tecido antimicrobiano de prata fundida, que pode ser fechado em torno da cara e funciona como máscara de proteção contra os germes.
O casaco possui ainda uma protecção amovível de mãos que permite aos passageiros segurarem-se nos transportes sem terem de contactar diretamente com as superfícies. Adicionalmente, os bolsos do casaco funcionam como um sistema de ventilação, que arrefecer o interior do caso e reduzem a necessidade de despir a peça de vestuário no interior dos transportes. Existem também vários bolsos que permitem um acesso rápido a cartões e telemóvel.
O casaco custa cerca de €155 e resulta de uma parceria entre o Gravitytank e a Betabrand, que tinha como objectivo ajudar a prevenir doenças que são facilmente transmitidas entre os utilizadores de transportes públicos.
O debate sobre as alterações climáticas, a nível governamental, não está a produzir os efeitos que todos esperávamos, havendo ainda um longo caminho a percorrer para reduzir drasticamente as emissões de gases com efeito de estufa. Com o acordo de Paris foi dado um importante passo neste sentido, mas uma verdadeira aposta por parte das entidades responsáveis nas energias renováveis ainda parece uma prática longinquoa.
Felizmente, há já algumas cidades no mundo que estão a investir nesta área. Se os Governos não estão dispostos a negociar, as cidades têm outras ideias e, inclusive, liderado alguns dos processos de transição dos combustíveis fósseis para as energias renováveis.
Deixamos aqui alguns exemplos na esperança que serviam de inspiração!
10. São Francisco, Estados Unidos
Depois de San José e San Diego, São Francisco completa a tríade de cidades californianas com ambiciosos objetivos de transição verde. A cidade das flores quer garantir a sua independência energética até 2020 e, de acordo com as últimas informações, é muito provável que o consiga.
Fotos: Jim G / Boris Kasimov / John Morgan / Corey Leopold / peasap / s0ulsurfing / wagdi.co.uk / four years / Nicondlas Raymo via Creative Commons
A EPAL acabou de lançar uma nova edição das garrafas Fill Forever, uma apostas que tem como objectivo sensibilizar os consumidores para a excelente qualidade e acessibilidade da água da torneira, enquanto opção mais barata e de proximidade.
Com o slogan “Leve a água da torneira consigo. Leve no preço. Leve no ambiente”, a campanha anuncia a chegada de uma nova gama de seis cores da garrafa, que foi recentemente distinguida com o prémio iF Design Award, um dos prémios de design de maior prestígio a nível mundial.
Ultraleve e funcional, o que facilita o transporte individual de água da torneira, a garrafa Fill Forever é fabricada em Portugal, reutilizável e reciclável. “É a opção mais ecológica ao evitar a produção de resíduos de embalagem”, explica a EPAL.
A nova gama de cores Fill Forever pode ser adquirida na sede da EPAL e também no Museu da Água, na Estação Elevatória a Vapor dos Barbadinhos, na Calçada dos Barbadinhos, em Lisboa.
A EPAL pertence ao grupo Águas de Portugal e é responsável pela distribuição de água na cidade Lisboa, onde tem cerca de 350 mil clientes diretos.
Em 2014, o volume total de água vendida na rede de distribuição da cidade de Lisboa foi de 52 405 610 m3 (143 577 m3/dia). Actualmente, o controlo da qualidade da água distribuída na cidade de Lisboa é assegurado através da realização de colheita de amostras de água na torneira do consumidor, num total de mais de 1.200 pontos de amostragem. Os resultados das análises podem ser consultados aqui.
A EPAL é também responsável por fornecer água a 35 municípios na margem norte do rio Tejo, a que acresce, desde 2015, a gestão delegada do sistema multimunicipal de abastecimento de água e de saneamento de Lisboa e Vale do Tejo, o qual integra 86 municípios e uma população abrangida de 3,8 milhões de habitantes, numa área territorial correspondente a 33% do território continental português.
Este artigo faz parte de um trabalho especial sobre Água, publicado durante o mês de Julho de 2017 e promovido pela Águas de Portugal. Todas as sugestões de temas podem ser enviadas para info@greensavers.pt. Siga a AdP no site e YouTube e assine a sua newsletter.
Todos os anos, os consumidores globais desperdiçam 1,78 mil milhões de toneladas de alimentos – o equivalente a €680 mil milhões de perdas económicas, de acordo com as Nações Unidas. As duas principais razões para que tal aconteça estão ligadas ao consumo sem sentido: ou compramos coisas que depois não usamos ou preparamos alimentos que depois não consumimos.
Qualquer que seja a causa para o desperdício alimentar, ela deve ser erradicada. Para responder a este ciclo vicioso, um grupo de estudantes criou o FoPo, um marca de comida em pó que recolhe produtos perto do prazo final de validade e pulverizam-nos até que fiquem secos e em pó, o que lhes permite prolongar a sua vida útil por dois anos.
A ideia foi desenvolvida por Kent Ngo, um estudante sueco de engenharia, e pelo estudantes de design de produto e inovação alimentar Gerald Marin e Vita Jarolimkova, em Dezembro de 2014. Duas outras colegas – Lizzie Cabisidan e Ada Balazy – juntaram-se mais tarde ao projecto.
“Não estamos a criar um novo produto ou tecnologia, mas sim a criar valor a partir da ineficiência do sistema alimentar”, explicou Marin ao Mashable. “A inovação do nosso negócio é o facto de recebermos as frutas e vegetais cujo prazo de validade está a expirar”.
Para já, o pó tem três sabores: banana, manga e framboesa. Na calha está o sabor de ananás. Todos retêm entre 30 a 80% do valor nutritivo do fruto, de acordo com a empresa, e podem também ser colocados no topo de iogurtes ou gelados e utilizados na confecção de bebidas.
A FoPo tem tido algum sucesso em conferências dedicadas às startup ou desafios de novas empresas – recebeu um investimento de crowdfunding do Bem & Jerry’s Join Our Core, por exemplo, e ficou em segundo na Thought for Food.
Segundo a nutricionista Susan Tucker, citada pelo Mashable, a comida em pó pode ser importante em situações ligadas a desastres naturais, fome ou até no campismo.
Um cientista do Centro Espacial Goddard, da NASA, admitiu que em caso de um asteróide de grandes proporções entrar em rota de colisão com a Terra o nosso mundo poderá colapsar.
Joseph Nuth, cientista da NASA, não esteve com rodeios. Quando foi interrogado sobre a eventualidade de um asteróide entrar em rota de colisão com a Terra, respondeu que “a Terra sofrerá um evento de extinção e não há nada que possamos fazer”.
Investigador no Centro Espacial Goddard da NASA, no estado de Maryland, E.U.A., Nuth admitiu que ainda não desenvolvemos tecnologia suficiente para enfrentar um fenómeno desse género: “A raça humana não está pronta para um ataque surpresa de um asteroide (…) não há muito que possamos fazer”.
Falando durante a reunião anual da União Geofísica Americana, Joseph Nuth, adiantou que a melhor coisa que podemos fazer para nos proteger é construir um ‘foguete interceptador’ que poderia ser usado – no futuro – para uma missão de deflexão.
O cientista recordou que em 1996 um cometa passou perigosamente perto da Terra e que em 2014 o fenómeno voltou a acontecer. De facto, a possibilidade de uma colisão deste tipo existe, a notícia boa é que a hipótese de ela realmente acontecer, é baixa, dizem os peritos.
Foto: via Creative Commons
A gigante Amazon vai construir um parque eólico de 208MW na Carolina do Norte, Estados Unidos, naquele que será o maior investimento sustentável de sempre da empresa. A infra-estrutura vai ser instalada pela Iberdrola, começará a funcionar em Dezembro de 2016 e irá gerar 670.000 MWh de energia eólica por ano.
A estrutura será usada pela Amazon Web Services, subsidiária ligada aos serviços de cloud da empresa, e será a maior de sempre do seu portfólio. Segundo a Amazon, a sua divisão de Web Services pretende, a médio prazo, alcançar 100% de utilização de energias renováveis pera todas as infra-estruturas globais.
No início do ano, a Amazon Web Services anunciou que 25% do consumo energético das suas infra-estruturas globais já provinha de renováveis – o objectivo passa agora por chegar aos 40% até ao final de 2016.
Entre eólicas e solar, a Amazon já produz mais de 1,3 MW de energias renováveis para a rede energética norte-americana, o suficiente para alimentar 122.000 casas.
“[Ainda assim], estamos longe dos nossos objectivos. Vamos continuar a perseguir projectos que entreguem energia limpa para as várias redes energéticas que servem os centros de dados da Amazon Web Services e continuaremos a trabalhar com os nossos fornecedores energéticos para aumentar o quociente de renováveis. E a encorajar os nossos parceiros governamentais a estenderem os incentivos fiscais para tal”, explicou ao Edie o vice-presidente de infra-estruturas da Amazon Web Services, Jerry Hunter.
A empresa está também a testar as baterias de armazenamento energético da Tesla, com as quais pretende ter uma fonte energética mais consistente nos seus centros de dados.
Foto: Emilian Robert Vicol / Creative Commons
O VIETNAME QUE NÃO CONHECEMOS DOS GUIAS TURÍSTICOS Há muito que o Vietname apaixona quem por lá passa, e o destino é hoje um dos mais procurados, a nível global, por quem tem capacidade financeira para lá ir. Agora que as feridas da Guerra começam a sarar, o povo vietnamita vira-se para o turismo como sector importante de desenvolvimento económico, e tem a seu favor a grande beleza do país.
País que apaixonou, entre outros, o fotógrafo francês Réhahn, que trocou a sua movimentada vida em França por Hoi An, para captar as belas paisagens vietnamitas, um país que descreve como sendo um “estúdio a céu aberto”.
Desde os campos verdes de arroz do Norte até às praias da costa central, passando pelas aldeias adormecidas, Réhahn mostra o dia-a-dia de um povo com uma diversidade cultural e geográfica fora do normal. “O Vietname é um mosaico de contrastes”, avançou o fotógrafo de 35 anos ao Daily Mail. “Muitos dos 54 grupos étnicos ainda vestem os vestidos tradicionais e vivem nas casas dos seus antepassados”, revelou.
“Ainda que o país esteja em mudança rápida, a cultura permanece muito forte e precisamos apenas de percorrer cinco quilómetros fora das áreas turísticas para encontrar locais belos e intocados”, continuou.
As suas fotos já captaram a atenção de 218.000 seguidores no Facebook e Réhahn já assinou vários contratos para livros de fotografias e uma exposição em Hoi An.
O local favorito do fotógrafo francês é uma pequena aldeia piscatória, Tra Que, situada num local com vários rios e pequenos lagos e onde 240 famílias ainda trabalham a terra das formas mais tradicionais. “Quando vivi naquela aldeia conhecia todos os meus vizinhos”, explicou. “É um local fantástico e calmo, onde pessoas mais velhas – até com 91 anos – trabalham de madrugada, a partir das 6h. Um paraíso para a fotografia”, concluiu.
Os dois países com maior população do mundo – Índia e China – e outros como o Japão, Alemanha, Espanha, Holanda, México e Brasil já geram mais eletricidade a partir de fontes renováveis – e não-hídrica – do que do nuclear, de acordo com um relatório da indústria nuclear (abre PDF).
Desta maneira, cerca de 45% da população global já depende mais da energia eólica ou solar do que dos átomos radioactivos, confirma o Quartz.
Entre 1997 e 2014, o globo acrescentou uma média de 879 terawatt/hora de energia eólica e solar por dia, contra apenas 147 do nuclear.
Segundo o Quartz, estes números são interessantes mas não significam que o nuclear estará completamente afastado do mix energético nos próximos e décadas. Até porque ele pode gerar electricidade de uma forma expectável, enquanto solar e eólico dependem, em parte, das condições meteorológicas – ainda que eles se completem.
O relatório indica ainda que a tendência de crescimento das renováveis vai continuar durante algum tempo. Em primeiro lugar, a opinião dos governantes em relação ao nuclear mudou muito depois do desastre de Fukushima. Depois, países como a China, que precisam de grandes quantidades de energia, demoram bastante a aprovar novas instalações nucleares, devido a preocupações com a segurança. Sendo assim, acabam por investir mais em renováveis – hídricas e não-hídricas, neste caso.
Foto: Justin Elliott / Creative Commons
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